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Câmara aprova criação do Dia Municipal da Fibromialgia

Pela nova lei, a administração pública fica obrigada a realizar palestras, debates e seminários sobre fibromialgia no dia 12 de maio para conscientizar a população sobre os sintomas da doença

A data de 12 de maio passa a constar no Calendário Oficial do Município de Ji-Paraná como o “Dia Municipal da Fibromialgia”. O projeto de lei (3813) de autoria do vereador Obadias Pereira (DEM) foi aprovado, em votação única, na sessão ordinária de terça-feira (21) da Câmara Municipal de Ji-Paraná.

Pela nova lei, a administração pública, por meio de secretarias e autarquias, fica obrigada a realizar palestras, debates e seminários sobre a doença no dia 12 de maio para conscientizar a população. E também a oferecer atendimento preferencial aos portadores de fibromialgia.

Também está previsto que casas lotéricas e agências bancárias deverão incluir os portadores da doença nos atendimentos preferenciais destinados a idosos, gestantes e deficientes físicos. “A intenção é atender a demanda de parte da população que é acometida por essa doença crônica que causa intensas dores”, justificou Obadias Pereira.

O vereador ainda informou que os portadores da doença terão o direito de estacionar em vagas já destinadas a idosos, gestantes e deficientes, desde que possuam o cartão de identificação emitido pela Autarquia Municipal de Trânsito (AMT), por meio de comprovação médica.

 “Não se trata de privilégio, é o reconhecimento das dificuldades porque passam as pessoas que têm essa enfermidade. Muitas vezes, elas ficam sem condições se locomover por causa das dores que sentem”, alegou Odadias Pereira. Segundo ele, é preciso que a sociedade seja informada sobre a doença que não tem cura e possa contribuir para o bem-estar dos portadores.       

A fibromialgia caracteriza-se por dor crônica que migra por vários pontos do corpo e se manifesta especialmente nos tendões e nas articulações. Trata-se de uma patologia relacionada com o funcionamento do sistema nervoso central e o mecanismo de supressão da dor que atinge, em 90% dos casos, mulheres entre 35 e 50 anos.

Texto: Jairo Ardull

Foto: Paulo Baltazar

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